segunda-feira, 28 de junho de 2010

SEMINÁRIO MÍDIA INDEPENDENTE E LIBERDADE DE IMPRENSA

SOLANGE SÓLON BORGES, poetisa e blogueira em construção (aguardem!) enviou as conclusões do seminário sobre "Mídia Independente e Liberdade de Imprensa" para compartilhar com a classe. Participaram desse grupo PEDRO MARTINS e GIOVANNA PRATA.

Para acessar, basta clicar no link.

SEMINÁRIO MÍDIA INDEPENDENTE E LIBERDADE DE IMPRENSA

PS: as outras apresentações - OS PRÍNCIPES e MAQUIAVEL - além do slide de apresentação do quarto capítulo de Mídia Radical, na aula do professor Dennis Oliveira, serão postadas amanhã (terça-feira, 30 de junho). Esqueci os pendrives em casa... ;-)

SALÃO INTERNACIONAL DE HUMOR DE PIRACICABA

Salão Internacional de Humor de Piracicaba, o mais tradicional evento do gênero no mundo, abre inscrições até 3 de agosto. Participação é gratuita. Serão premiados com mais de R$ 35 mil cartunistas profissionais e novos talentos, do Brasil e exterior.


São Paulo, 22.6.10 – O Salão Internacional de Humor de Piracicaba, o mais tradicional evento no gênero no mundo, em sua 37º edição, está com inscrições abertas, gratuitas, até o dia 3 de agosto. Podem participar artistas profissionais e novos talentos, do Brasil e exterior, com trabalhos inéditos e de temática livre. As obras concorrerão em cinco categorias: cartum, charge, caricatura, tiras e vanguarda (temática do meio ambiente).

O regulamento e a ficha de inscrição ficarão disponíveis no site: www.salaodehumor.piracicaba.sp.gov.br. Os trabalhos em papel podem ser postados para o endereço: 37º Salão de Humor de Piracicaba/ Secretaria da Ação Cultural (Av. Maurice Allain, 454, CEP: 12.405-123 – Piracicaba – São Paulo – Brasil).

Serão aceitas obras de qualquer técnica gráfica, inclusive esculturas com teor humorístico, e materiais digitais inéditos com a assinatura do autor.

Na categoria vanguarda deverá ser abordada a temática do meio ambiente (as inscrições para essa categoria devem ser feitas no endereço: premiomeioambiente@salaodehumor.piracicaba.sp.gov.br).

O Salão distribuirá cinco prêmios no valor total de R$ 35 mil, sendo contemplados com R$ 5 mil os primeiros colocados de cada categoria. Também será concedida premiação especial, denominada Grande Prêmio Salão de Humor de Piracicaba, no valor R$ 10 mil, para um dos vencedores das cinco categorias. Todos os artistas classificados em primeiro lugar também receberão o Troféu Zélio, desenhado pelo próprio cartunista. A categoria caricatura ainda concorrerá ao prêmio de R$ 3.131,11, oferecido pela Câmara de Vereadores de Piracicaba.

A exposição dos itens selecionados ficará aberta ao público, gratuitamente, de 28 de agosto a 17 de outubro, das 10h às 22 horas, no Engenho Central (Av. Maurice Allain, s/n).

Histórico – Criado em 1974, por iniciativa de jornalistas e intelectuais de Piracicaba, o Salão Internacional de Humor foi concebido por Millôr Fernandes, Jaguar, Fortuna, Ziraldo, Zélio e Paulo Francis, à época responsáveis pelo irreverente Jornal O Pasquim.

Devido ao sucesso da primeira edição, o evento ganhou, em seu segundo ano, reconhecimento internacional, mostrando ao mercado brasileiro obras de grandes expoentes do meio, como o premiado francês Cloude Molliterni, da Revista Phenix. Nos anos posteriores, recebeu obras de mestres da Europa e das Américas, entre eles Sérgio Aragonez, da publicação americana MaD; Goefrey Dickson, da revista inglesa Punch; e Hermenegildo Sábat, do periódico argentino El Clarin.

No âmbito nacional, o Salão relevou talentos que ganharam notoriedade no segmento das charges, como os irmãos Chico e Paulo Caruso, Alci, Laerte e Angeli, dentre muitos outros.

Serviço:
Seleção dos trabalhos para o 37º Salão Internacional de Humor de Piracicaba

Inscrições: site www.salaodehumor.piracicaba.sp.gov.br ou no endereço 37º Salão de Humor de Piracicaba/ Secretaria da Ação Cultural (Av. Maurice Allain, 454, CEP: 12.405-123 – Piracicaba – São Paulo – Brasil).

Data: até 3 agosto

COLEÇÃO NEMIROVSKY LEVA MODERNISTAS A CIDADES PAULISTAS

Para quem puder vir a Praia Grande, Litoral de SP...

Exposição itinerante segue para Praia Grande, reunindo obras de Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Portinari, entre outros.

O modernismo brasileiro vai ultrapassar as fronteiras da capital paulista e chegar a outras cidades do Estado de São Paulo. Idealizada pela Secretaria do Estado da Cultura e pelo SISEM-SP (Sistema Estadual de Museus), em parceria com a Pinacoteca do Estado de São Paulo e a Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande, a exposição itinerante “Coleção Nemirovsky: Obras em Destaque” entra em cartaz no dia 29 de junho no Palácio das Artes. São 22 obras pertencentes ao acervo da Fundação Nemirovsky, que aderiu à iniciativa a convite da Pinacoteca.

Com curadoria de Maria Alice Milliet, diretora da Fundação, a itinerância teve início em 7 de maio, no Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi. É a primeira vez que essas cidades recebem uma exposição desse porte, reunindo obras antológicas como: Distância e Paisagem Antropofágica VII de Tarsila do Amaral; Mulheres na Janela de Di Cavalcanti; Mogi das Cruzes e Fachada de Alfredo Volpi; Jogo de Pião de Portinari; Casal, Cavalos – Campos do Jordão e As Erradias, de Lasar Segall; entre outras.

O objetivo é democratizar e disseminar a arte brasileira, mostrando, em diversos locais, títulos que são verdadeiros patrimônios da nossa cultura, nunca expostos em museus regionais. “As obras, selecionadas especialmente para esse projeto, constituem um discurso visual forte, pontuado por peças antológicas, matizado pela mescla de pinturas, desenhos, aquarelas e gravuras e, por isso mesmo, variado, fascinante”, explica a curadora. A produção é assinada pela empresa Ponto e Ação.

A exposição no Palácio das Artes, na Praia Grande, ficará em cartaz do dia 29 de junho a 25 de julho. Essa iniciativa dá início a um programa que pretende se estender, no futuro, a outras cidades.

Sistema Estadual de Museus
O SISEM-SP reúne e articula todos os museus do Estado em busca de promover o desenvolvimento e fortalecimento institucional. É coordenado pela Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico da Secretaria de Estado da Cultura (UPPM) e atualmente reúne cerca 502 equipamentos, entre públicos e privados, em 159 cidades. Entre as principais ações do SISEM, está a realização de exposições itinerantes e de estudos detalhados sobre cada equipamento e sobre as cidades onde estão localizados. O SISEM promove, ainda, diversas atividades locais, como programas de formação, capacitação e aperfeiçoamento técnico de funcionários, além de convênios entre os museus do Estado e instituições nacionais e internacionais, com o objetivo de aprimorar e valorizar as instituições e seus acervos.

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Inaugurada em 1905, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da capital e considerada um dos mais importantes do país. Em pouco mais de um século de atividade, evoluiu de uma única e imutável exposição composta por 26 pinturas, abrigadas em uma única sala, para um acervo com mais de 8 mil obras, nas mais diversas técnicas e de diferentes autores. Distribuídos em dois prédios com mais de 20 mil metros quadrados o prédio projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo em estilo neoclássico eclético, de construção nunca finalizada, foi feito inicialmente para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e hoje tornam a Pinacoteca um museu de referência internacional.

Com conhecimento e experiência consolidados em todas as áreas do campo museológico, da conservação e restauro à educação para públicos especiais, a Pinacoteca do Estado realiza, atualmente, cerca de 40 exposições anuais, apresentando mostras que enfocam os mais diferentes aspectos da produção artística, com ênfase na arte brasileira do século XIX à contemporaneidade. As mostras abrangem as mais diversas linguagens artísticas e permanecem em cartaz, em média, durante três meses.

Fundação Nemirovsky – Durante 30 anos, o casal José e Paulina Nemirovsky se dedicou à arte e agrupou importante coleção, formada por cerca de 200 obras de artistas como Di Cavalcanti, Hélio Oiticica, Tarsila, Goeldi, Cícero Dias, Portinari, entre outros. Depois da morte de José, D. Paulina ficou incumbida da missão de levar a público aquele patrimônio, cumprindo uma decisão tomada por ambos quando instituíram, em 1987, a Fundação Nemirovsky. Em 2004, a Fundação Nemirosky assinou um comodato com a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, e um acordo de cessão de espaço com a Pinacoteca do Estado estabelecendo que a Fundação passaria a ter sua sede na Estação Pinacoteca. Desde 2006, um conjunto de mais de 100 obras encontra-se em exposição permanente no segundo andar do edifício.


Maria Alice Milliet - É historiadora da arte, crítica e curadora. Mestre em História da Arte pela ECA/USP e Doutora pela FAU/USP. Foi diretora técnica da Pinacoteca do Estado de São Paulo de 1989 a 1992 e do Museu de Arte Moderna de São Paulo de 1993 a 94. Atualmente, dirige a Fundação José e Paulina Nemirovsky, em São Paulo. Como curadora independente, tem realizado exposições em diversas galerias e instituições, dentre elas, MASP, MAC-USP, MAM-SP e MAM-RJ. É autora dos livros Lygia Clark: Obra-Trajeto, Tiradentes, O Corpo do Herói, Lothar Charoux, A Poética da Linha, além de ensaios críticos em catálogos e periódicos.

Serviço
Exposição:
Coleção Nemirovsky: Obras em Destaque
Curadoria: Maria Alice Milliet
Local: Palácio das Artes - Praia Grande
Visitação: 29 de junho a 25 de julho 2010 (Praia Grande)
Horário de visitação: Terça a domingo, das 14h às 18h.
Endereço: Avenida Presidente Costa e Silva, 1.600 - Boqueirão (13) 3496-5716 ou (13) 3496-5707- Praia Grande - SP
Classificação etária: Livre
Entrada gratuita

sexta-feira, 25 de junho de 2010

SEMINÁRIO JORNALISMO ONLINE

Caros Celaccianos, abaixo segue apresentação e apontamentos do grupo de Jornalismo Online, apresentado durante o período da manhã do sábado (19), durante a aula do professor Silas Nogueira, de "Teorias da Cultura".

APRESENTAÇÃO JORNALISMO ONLINE

APONTAMENTOS DO GRUPO

Seminários deste sábado (26)

MÍDIA ALTERNATIVA

OS PRÍNCIPES

TELEVISÃO


Boa sorte!

COMUNIDADE, DEMOCRACIA, DIÁLOGO E MÍDIA RADICAL - CAPÍTULO 4

CAROL BAGGIO, como sempre contribuindo com o grupo, escaneou e postou o capítulo 4 de Mídia Radical. Obrigado!

MÍDIA RADICAL - CAPÍTULO 4: COMUNIDADE, DEMOCRACIA, DIÁLOGO E MÍDIA RADICAL

JORNALISTA, PROCURA-SE - por Washington Araújo, do Observatório da Imprensa

Gentilmente sugerido pela jornalista-poetisa SOLANGE SÓLON BORGES.

Procura-se jornalista que devote suas energias à busca da verdade e não dos holofotes, que saiba distinguir a diferença entre o personagem que é noticia e aquele que transmite a notícia, que seja tão arejado a ponto de compreender que a luz é boa não importa em que lâmpada brilhe.

Procura-se jornalista que esteja sempre prestes a levar consigo um telescópio para o olho esquerdo e um microscópio para o olho direito de forma a ver a realidade sobre ângulos variados e apto a celebrar que a grande beleza da vida está no entendimento da rica diversidade humana.

Procura-se jornalista que seja especialista em cultura geral, que escreva sobre o que entende e saiba o exato tamanho de sua ignorância sobre o assunto que pretende abordar, que saiba fazer o artesanato dos fatos, ideias e palavras, sem deixar pontas soltas nem fios desencapados.

Procura-se jornalista que saiba distinguir entre liberdade de expressão, de impressão, de pressão; que veja sua atividade não como o Quarto Poder, mas sim como um serviço essencial à vida organizada da sociedade, como um espelho do mundo dotado de visão e fala.

Equação biquadrada

Procura-se jornalista que seja generoso no uso dos substantivos e parcimonioso no uso dos adjetivos, que em caso de dúvida não ultrapasse o sinal vermelho da ética e do bom senso e que concorde que a ética do jornalista é a mesma do marceneiro.

Procura-se jornalista que se sinta indignado e denuncie a quem de direito qualquer empresário ou político, artista ou profissional liberal que lhe acene ou lhe ofereça qualquer vantagem financeira em troca da publicação de notícia favorável aos seus negócios, à sua carreira ou à sua área de atuação político-partidária.

Procura-se jornalista que, em confronto com as forças da natureza, testemunha ocular de eventos catastróficos, ocupe-se em ajudar a salvar uma ou mais vidas, em socorrer e amparar feridos, e que seja sábio o suficiente para deixar de lado obrigações contratuais imediatas como a observância de data-limite para envio de matéria, tomada de fotos específicas e que nunca pergunte a quem se encontra com a vida por um fio "como você está se sentindo?"

Procura-se jornalista que tenha uma visão muito apurada do que é justiça, ética, liberdade, democracia, equidade, bem-estar social, distribuição de renda, mobilidade social, inclusão social, inclusão digital, inclusão étnico-racial e que tenha uma sede de conhecimento insaciável, sempre se atualizando sobre o estado da arte no mundo.

Procura-se jornalista que não resenhe livro sem antes tê-lo lido, não critique filme a que não tenha assistido e não elogie álbum sem antes ter escutado todas as músicas, que se orgulhe mais dos livros que leu do que dos livros que escreveu e que saiba declamar "Navio Negreiro", de Castro Alves, cortar com a mão direita, equação biquadrada de segundo grau, fração e saiba conjugar o verbo "resfolegar".

Matérias arredias

Procura-se jornalista que não se submeta a qualquer forma de pressão, seja ideológica ou econômica e que se apresente de hora em hora ante o tribunal de sua consciência, o único dotado de poderes para julgá-lo de maneira equânime.

Procura-se jornalista que seja tão bom na crítica quanto na autocrítica, que entenda tanto da Ilíada de Homero como do efeito-estufa, que entenda causas e efeitos das crises econômicas mundiais de 1929 e de 2009, que esteja bem familiarizado com índices e siglas como IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), FIB (Felicidade Interna Bruta), PIB (Produto Interno Bruto), Índice de Gini, Dow Jones, Nasdaq.

Procura-se jornalista que possua senso crítico, conhecimento do idioma, latitude de ação, humildade para conferir e voltar a conferir suas anotações antes de enviar seu texto para publicação.

Procura-se jornalista que respeite os direitos do leitor, não rotule sua opinião como informação, trate a informação de maneira imparcial sem exigir credenciais ideológicas e que considere muito natural ouvir o outro lado, principalmente quando se tratar de assunto que diga respeito também à honorabilidade de personagens enfocados.

Procura-se jornalista que cultive a independência de pensamento, que não deseje ser mais realista que o rei, mais católico que o papa, que respeite a linha editorial de quem lhe propicia o emprego, mas que não que renuncie à condição de ser pensante e esteja confortável tantas vezes quantas forem necessárias para ser voto vencido em uma discussão editorial.

Procura-se jornalista que apenas numa vista d´olhos saiba diferenciar entre um escândalo real de corrupção e um escândalo pré-fabricado de corrupção, que não empreste seu nome a reportagens tão arredias à verdade dos fatos como os morcegos são à claridade do dia.

Pior tragédia

Procura-se jornalista que entenda a toponímia de São Luiz do Paraitinga, Berlim e Caruaru, que compreenda que as cidades têm alma, que são mais que meras aglomerações humanas, e que possa fazer ampla exposição sobre o que são hidrônimos, limnônimos, talassônimos, orônimos e corônimos.

Procura-se jornalista que entenda tanto de Fernando Pessoa quanto de Umberto Eco, que conheça amiúde as biografias e o pensamento vivo de Winston Churchill e Boris Pasternak, Rui Barbosa e Cláudio Abramo, que compreenda que a História é a também o relato encadeado da vida dos grandes homens.

Procura-se jornalista que conheça em profundidade o que é um linotipo e uma gralha, um tipógrafo e um scanner, um prefácio e um posfácio, prolegômenos, uma composição bem feita, um hipertexto e uma nota de rodapé, uma orelha e um texto indicativo, a gramatura do papel que se tem na mão e a marca d´água, a folha de rosto e o que significa 1.844 terabytes.

Procura-se jornalista bastante familiarizado com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que saiba relacionar seus artigos com a crítica de políticas públicas para a população urbana e rural, para brancos e negros, índios e ciganos, meninos nas creches e meninos de rua, católicos e evangélicos, judeus, muçulmanos e bahá´ís, budistas e hindus, seguidores do candomblé e do Santo Daime, espíritas e ateus.

Procura-se jornalista que entenda, de uma vez por todas, que a pior tragédia na vida de um ser humano é aquilo que morre dentro dele enquanto ele ainda está vivo.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

DIREITO À COMUNICAÇÃO

BRUNA LAZARINI deu uma interessante contribuição ao grupo. Retransmito, abaixo, o seu e-mail:

Achei essa nota interessante. Podemos compartilhar com o pessoal.

DIREITO À COMUNICAÇÃO

Nesse link tem acesso também para o documento da UNESCO completo ("Indicadores de Desenvolvimento da Mídia: marco para a avaliação do desenvolvimento dos meios de comunicação"). Baixei o arquivo e anexei aqui nesse email.

Bjs,
Bruna